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Projeto Cidadania na Praça realiza 1565 atendimentos
No dia 21 de agosto, aconteceu na Paróquia...


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  Secretaria Municipal de Educação em combate ao crack
A Secretaria Municipal de Educação aderiu ao projeto Diga não ao crack: apresentando soluções, idealizado pela Fundação Frei João Batista Vogel, Ministério Público, Juizado da Infância e Juventude e Cruzada pela Dignidade. Na tarde de quarta-feira, 14, a coordenadora de projetos da FFJBV, Letícia Jury, e o coordenador de jornalismo da São Francisco AM, Lucivan Machado estiveram reunidos com a secretária Virginia Melo para discutir a realização de uma palestra e ainda um concurso de redação.

De acordo com informações da secretária, a palestra acontece em maio, no Teatro Municipal, e deve envolver cerca de 20 escolas da cidade. Lucivan Machado detalhou que a Polícia Federal, por meio do projeto Brasileirinho, é quem vai apresentar o tema aos alunos. E ao final do evento será lançado um concurso de redação. “A SEMECT ficará responsável pela montagem do regulamento, e a FFJBV em conseguir a premiação. Em breve apresentaremos mais detalhes”, anunciou.

Para a secretária Virgínia Melo é uma “honra” participar de uma campanha que tem como objetivo evitar que crianças sejam seduzidas pelo crack. “Inicialmente vamos promover esta palestra e em seguida buscar ações práticas nas escolas”, informa. Questionada do comportamento dos alunos que se envolve com drogas, ela destaca que o comportamento dos mesmos é preocupante. “Quando ele começa a ganhar dinheiro com droga, ou se torna usuário, se apresenta agressivo na sala de aula, diminui a capacidade cognitiva, envolve outros alunos, gera violência”, lamenta.

Há escolas no município, informa Virgínia Melo, que já desenvolvem projetos, principalmente por meio de práticas esportivas. “No Recanto do Sol, a parceria é com a Base Aérea, em que as crianças têm aula de reforço, música e ficam protegidas de traficantes. No Jardim Guanabara chama-se Fazendo Campeões, em que os alunos também têm atividades recreativas”, cita..

Especificamente sobre o concurso de redação, a secretária enfatiza que a proposta é que os alunos assistam à palestra e em seguida passam para a “produção intelectual”. “Certamente o concurso é uma motivação para se afastar das drogas. O reconhecimento da sociedade e a premiação também vão despertar a atenção das crianças e adolescentes”, aposta.
 
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