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Projeto Cidadania na Praça realiza 1565 atendimentos
No dia 21 de agosto, aconteceu na Paróquia...


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  Arte e educação em Noite Cultural
Em um mesmo palco crianças, adolescentes, jovens e idosos. Todos, unidos, pela preservação do Cerrado. Em cada música, a cada apresentação, o sonho de ver o planeta terra preservado. As poesias falaram da água, as performances chamaram a atenção do público para a devastação da flora. E as músicas do compositor Roberto Brenner clamaram: SOS Terra.

A inocência das crianças, vestidas de animais, demonstraram o carinho e admiração pelo Cerrado. E uma esperança: o futuro está de olho na preservação. Os idosos do Centro de Convivência do Idoso apresentaram jogral, teatro e dançaram forró. Inclusão social, resgate da cidadania e educação ambiental em um único espaço.

A Noite Cultural em defesa do Cerrado, que aconteceu no dia 20 de novembro, no auditório do SENAC, tirou aplausos e suspiros da platéia. E certamente lançou a semente da conscientização. Mais de 400 pessoas prestigiaram o evento. Mais de 300 assinaturas foram colhidas para o abaixo-assinado, que cobra do governo que o bioma se torne Patrimônio Nacional.

O evento iniciou com a apresentação da Escola Jardim do Édem, em que as crianças, juntamente com músico Roberto Brenner, saudaram os convidados, com a música Bom dia dona terra. Em seguida, os poetas foram convidados a apresentar suas poesias. Natalina Fernandes falou sobre o fogo, que acaba com o cerrado.

A poetisa Maria Emília destacou a água. Agenor Santos, com seu jeito simples e de exaltação as belezas do sertão, falou sobre a relação do sertanejo com a água. O grupo cênico do CCI apresentou o jogral Mãe Terra. A poetisa Miriam Marques falou sobre a criação do mundo por Deus, e a destruição pelo homem.

As alunas do Colégio Clóvis Guerra cantaram a música Meu Planeta Terra. Enquanto os alunos do Colégio Vinicius de Moraes cantaram a música Mãe Terra. A bailarina Fernanda Faria dançou e declamou um poema, chamando a atenção da sociedade para a degradação do cerrado.

O grupo de dança do Centro de Convivência do Idoso dançou a música Não Mate o Cerrado. E logo depois, os idosos dividiram o palco com as crianças da Escola Jardim do Éden, que cantaram a música Meu planeta azul. Os idosos novamente subiram ao palco para cantar a composição Eu vou plantar.

E o encerramento do evento ficou por conta da poetiza Miriam Marques, que fez uma performance sobre os lixos produzidos pelo homem. Ela vestiu uma roupa branca, em que foram pregados todos os lixos produzidos no cotidiano: caixas de leite, CDs, garrafas, plásticos, propaganda política. E dentro da sua mala, ele colocou o símbolo de alguns animais em extinção. Em seguida, todos os participantes subiram ao palco e juntos cantaram a música SOS Terra.

Na entrada do auditório, o que o Cerrado joga fora a artesã Rute Lara faz arte. Belos quadros, lindas peças de artesanato enfeitaram o evento. O artista Sebastião Carolva expôs quadros, que destacam as belezas do bioma. As crianças da Escola Jardim do Éden apresentaram seus trabalhos feitos em sala de aula. E o SENAC apresentou as atividades de reciclagem promovidas na unidade.

Sem sombra de dúvidas, a Noite Cultural em defesa do Cerrado foi uma demonstração de que a Fundação Frei João Batista Vogel cumpre com as suas finalidades estatutárias. Promove a inclusão de idosos no meio social, educa crianças e jovens, valoriza os artistas anapolinos e luta pela preservação ambiental.

 
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